Presidente da AMIF participa do 2° Congresso de Direito Ambiental da OAB de Minas Gerais

A presidente da AMIF, Adriana Maugeri, participou do 2º Congresso de Direito Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Minas Gerais. A fala da presidente ocorreu na manhã dessa sexta-feira (24) e abordou aspectos como mudanças climáticas e incêndios florestais. Durante sua participação, Adriana destacou o protagonismo ocupado pelo setor florestal de Minas Gerais na economia do estado, além da capacidade de descarbonização em escala que o setor proporciona. “Minas Gerais está caminhando para se tornar referência nacional e mundial em desenvolvimento econômico via economia verde e circular. Afinal, somos o estado com a maior floresta cultivado do Brasil. Porém, para isso, precisamos refletir se a estrutura estatal e a legislação favorecem a descarbonização”, enfatizou. O 2º Congresso de Direito Ambiental da OAB-MG foi realizado por iniciativa da Comissão de Direito Ambiental, nos dias 23 e 24 de maio de 2024, no auditório da Escola Superior Dom Helder Câmara, em Belo Horizonte. O intuito do evento foi promover um amplo debate sobre temas importantes para o Direito Ambiental, mudanças climáticas e obrigações ambientais. A AMIF foi uma das patrocinadoras do evento. Esta notícia é de uso livre e irrestrito desde que seja creditada a autoria à equipe da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF).
Atualização da atividade de silvicultura em relação ao potencial de poluição é aprovada no plenário da Câmara dos Deputados

Na tarde de ontem, 8 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 1366 que retira a silvicultura da lista de atividades potencialmente poluidoras e consumidoras de recursos naturais. Agora, o PL segue para sanção do Presidente da República. Com a atual classificação, estipulada na Lei nº 6.938, do ano de 1981, a atividade de plantar e manejar economicamente florestas é considerada de médio potencial poluidor. Desta forma, os processos de licenciamento e autorizações ambientais seguem ritos incompatíveis com a realidade da atividade praticada hoje no Brasil. Ao promover a necessária atualização da classificação normativa, o manejo de árvores passa a ser considerado uma atividade que não apresenta potencial significativo de impacto e degradação ambiental. O PL 1366 é de autoria do Senador Álvaro Dias e, desde 2014, tramita no Congresso brasileiro.O relator do projeto na Câmara, Deputado Federal Covatti Filho, defende que o PL corrige um equívoco histórico de manter a atividade da silvicultura no rol de potenciais poluidores. Segundo ele, “a silvicultura é uma atividade agrícola sustentável e contribui para a proteção da biodiversidade, a conservação do solo e das nascentes de rios, a recuperação de áreas degradadas e a redução das emissões de gases de efeito estufa”. Após a sanção presidencial e publicação do PL, o Brasil crescerá em competitividade justa com as melhores e modernas normas com os principais países produtores de madeira de reflorestamento, que baseados em evidências científicas já promovem, há tempo, a silvicultura como uma atividade que impulsiona benefícios ambientais e sociais nas regiões onde é cultivada. Associação Mineira da Indústria Florestal comenta aprovação Minas Gerais é o estado que possui a maior floresta plantada do Brasil. No total, o estado abriga mais de 2,3 milhões de hectares de produção em consórcio com mais 1,3 milhão de hectare de matas nativas, áreas conservadas e cuidadas pela agroindústria mineira. Os 3,6 milhões de hectares de árvores estão em mais de 803 municípios mineiros. Em cerca de 55% dos casos os cultivos estão sob responsabilidade de pequenos e médios produtores rurais que exercem a vocação e aquecem a economia local, com geração de renda, trabalho e dignidade. Para a Presidente da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF), Adriana Maugeri, a aprovação do PL 1366 é um passo sólido para a retomada dos plantios de florestas em Minas Gerais. A Presidente destaca que a silvicultura é uma atividade nobre que possui ampla capacidade de ser monitorada pelo Estado. Também, enfatiza que eventuais impactos ambientais são mapeados e conhecidos pela ciência, atestados pela qualidade ambiental e pelos serviços de recuperação e promoção de áreas de baixa produtividade exercidos pelo setor há mais de 60 anos. Adriana Maugeri vai além e explicita que, quando a atividade florestal é realizada conforme as melhores práticas de manejo, são nítidos os múltiplos benefícios proporcionados em escala, tais como: conservação e regeneração de solo, conexão de áreas para fluxo da biodiversidade, conservação e recuperação de cursos de água, por exemplo. “Com a simplificação da importante etapa do licenciamento, certamente o setor vai voltar a crescer e, de fato e em singular volume, atuar frontalmente contra o desmatamento ilegal e em prol da remoção de carbono e sua fixação no solo, mitigando os indesejados efeitos que já vivenciamos das alterações climáticas”, afirma. Segundo o Presidente do Conselho Deliberativo da AMIF, Edimar Cardoso, o setor florestal trabalha para recuperar áreas de baixa produtividade no Brasil há várias décadas. Com sua capacidade de produzir, plantar e conservar sempre em grandes escalas, a agroindústria florestal é o motor da economia verde de Minas Gerais e do Brasil. Para ele, a atualização normativa faz justiça e abre caminhos para o cumprimento de importantes metas de descarbonização da economia assumidas pelos governos estaduais e federal. “A agroindústria florestal é o motor que impulsiona a economia verde e a descarbonização no Brasil. A obsoleta classificação de potencial poluidora atribuída à prática de plantio de florestas precisava, de fato, ser revista, adequada e atualizada. O setor atualmente conserva quase sete milhões de hectares de mata nativa e produz mais de nove milhões de hectares de floresta plantada, tudo isso para prover toda madeira legal que precisamos”, enfatiza Edimar Cardoso. Ainda de acordo com Adriana Maugeri, que também é presidente da Câmara Técnica de Florestas Plantadas do Ministério da Agricultura (Mapa), sem a aprovação do PL o setor florestal brasileiro não conseguiria expandir a produção de forma a atender a meta do Governo Federal de mais quatro milhões de hectares de florestas cultivadas em todos país até 2030, conforme anunciou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, no lançamento do Plano Nacional de Florestas Plantadas realizado em março deste ano. “A aprovação do PL tem sido pauta prioritária da atuação da AMIF, das associações estaduais, da IBÁ, de Federações do agro e da indústria de todo o país para a viabilização do pleito. Só é contra este PL quem ainda está ancorado no passado, é alimentado por falsas informações e narrativas que não são comprovadas pela ciência, ou que ainda tem como exemplo práticas não indicadas da atividade florestal que degradam o ambiente, assim como qualquer atividade quando não é conduzida corretamente”, finaliza Adriana Maugeri. O setor de florestas plantadas no Brasil De acordo com dados do mais recente relatório publicado pela Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ), o setor de florestas plantadas no Brasil não para de crescer. No total, o setor cultiva uma área de 9,94 milhões de hectares espalhados pelo território nacional. Além das áreas produtivas, o setor conserva, simultaneamente, outros 6,7 milhões de hectares de mata nativa, o que equivale ao território do estado do Rio de Janeiro. Em 2022, a agroindústria florestal brasileira gerou 2,6 milhões de empregos diretos e indiretos, alcançou uma receita bruta de R$ 260 bilhões e bateu recorde de produção ao atingir 25 milhões de toneladas de celulose, 11 milhões de toneladas de papel e 8,5 milhões de m³ de painéis de madeira. Além disso, conta com uma carteira de investimentos de quase R$ 62 bilhões, abrindo uma nova
Nutrição do solo / Euroforte – Galeria de fotos

Créditos: AMIF Na tarde do dia 25 de abril, a patrocinadora Euroforte, em parceria com a AMIF, realizou em Belo Horizonte um evento exclusivo voltado para a nutrição de florestas. O evento reuniu os Coordenadores Florestais e de Silvicutura das empresas associadas e proporcionou um momento de qualificação profissional e networking qualificado. A presidente da AMIF, Adriana Maugeri, participou do evento e falou sobre manejo florestal climático. A abordagem vem sendo utilizada por Maugeri para integrar, otimizar, ressignificar, impulsionar e qualificar as etapas usuais de produção florestal. O engenheiro agrônomo da RR Florestal, Ronaldo Luiz Vaz, conduziu uma palestra sobre os micronutrientes nas florestas de eucalipto. Vaz direcionou sua fala para aspectos como sanidade e produtividade de alto rendimento. Por sua vez, o professor da UFMS, Alexandre Beutling, conduziu uma discussão sobre tecnologias retardantes para o combate a incêndios florestais. Após as palestras, o público participou de um happy hour para interação e troca de ideias. ✅ Objetivo estratégico cumprido com este evento: incentivar a profissionalização da agroindústria florestal mineira.
Galeria de fotos – Circule Um Livro 2024

A Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) e o Metrô de Belo Horizonte realizaram a segunda edição do projeto Circule Um Livro na capital mineira. A ação ocorreu entre os dias 22 e 26 de abril (de segunda a sexta-feira) em quatro estações do metrô: Central Supermercados BH, São Gabriel, Minas Shopping e Santa Tereza. O objetivo do projeto, mais uma vez, foi democratizar e incentivar a leitura, além de mostrar a sustentabilidade do papel como matéria-prima na impressão de livros. Confira as fotos oficiais. Créditos: Matheus Marotta/Divulgação AMIF
Ação no metrô de BH vai promover troca gratuita de livros entre passageiros

Segunda edição do projeto Circule Um Livro vai ocorrer entre os dias 22 e 26 de abril em quatro estações do Metrô de BH. Dia Mundial do Livro será comemorado no dia 23 de abril.
Exclusão da silvicultura como atividade potencialmente poluidora é aprovada na CCJC da Câmara dos Deputados e avança para Plenária

Na tarde de ontem (9), foi aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei (PL) 1366/22 que autoriza a exclusão da atividade de silvicultura do rol de atividades potencialmente poluidoras. O PL já havia sido aprovado na Comissão de Meio Ambiente da Câmara. Após a aprovação na CCJC, o Projeto está pronto para ser encaminhado ao Plenário da Câmara dos Deputados para votação definitiva. Com a atual classificação, definida na década de 1980, o plantio e manejo de florestas é considerada uma atividade com médio potencial poluidor, característica que não apresenta a realidade massiva da produção de florestas no Brasil. A agroindústria florestal brasileira é, sem dúvida, a atividade econômica que mais conserva e conecta matas nativas em escala em todos os biomas. Com a exclusão desta classificação desatualizada, mais produtores rurais poderão investir nesta atividade de forma legal, ampliando os benefícios socioambientais dessa grande cadeia de valor. Após a aprovação do PL em plenário, o Estado Brasileiro conseguirá atender em menor prazo suas metas importantes de descarbonização da economia e transição energética, conforme anunciou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, no último dia 21 de março, no lançamento do Plano Nacional de Florestas Plantadas. “A desburocratização do setor florestal tem sido pauta prioritária da atuação da AMIF que, por meio da articulação institucional e governamental, está desenhando um cenário mais promissor para a produção econômica e também para a conservação de florestas em Minas Gerais e no Brasil”, conclui a presidente da AMIF, Adriana Maugeri. Esta notícia é de uso livre e irrestrito desde que seja creditada a autoria à equipe da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF).
Plano de Florestas Plantadas é destaque na agenda dos Ministros de Agricultura e Meio Ambiente

Ocorreu hoje (21), em Brasília, o evento de lançamento da atualização do Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas (PNDF). A cerimônia foi realizada no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com a participação do Ministro Carlos Fávaro e da Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva. A data foi escolhida em função da comemoração do Dia Internacional das Florestas. Na cerimônia também foram lançados a Chamada Pública para Projetos Florestais; e o Painel Floresta + Sustentável, ferramenta de acesso público que disponibiliza informações sobre o setor florestal brasileiro. No palco estiveram presentes, além dos dois Ministros, a Presidente da AMIF e da Câmara Setorial de Florestas Plantadas, Adriana Maugeri; o Governador do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel; a Secretária de Inovação do Mapa, Renata Miranda; e o Coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias. O ministro Carlos Fávaro sublinhou a relevância das Câmaras Técnicas Setoriais no encaminhamento e na execução de políticas públicas. Também, ressaltou que o setor de florestas plantadas exerce claramente uma responsabilidade não apenas ambiental, mas social, no combate à desigualdade no Brasil. A Ministra Marina Silva ressaltou a importância de dados confiáveis para a elaboração de políticas públicas eficazes, papel desempenhado com maestria pelo setor florestal. Além disso, destacou a necessidade de restauração em áreas alteradas pela ação humana, tanto com florestas plantadas quanto com florestas nativas. “Estamos trabalhando juntos. Estamos há um ano e três meses juntos e superando as contradições. Vamos fortalecer ações de desenvolvimento sustentável, esse é o novo ciclo de prosperidade. Esse ciclo combate à desigualdade, gera emprego, gera renda e melhora a qualidade de vida das pessoas”, destacou. Adriana Maugeri enfatizou o papel da agroindústria florestal na produção de bioprodutos e na inclusão social. Também, destacou a importância do eucalipto nos plantios brasileiros e o potencial de crescimento do setor rumo à consolidação do Brasil como líder mundial na economia verde. “Nós temos um país com o nome de árvore. Vejam a vocação florestal do Brasil! O setor florestal traz dignidade para o produtor rural, renda e fixação de trabalhadores no campo. Creio que essa também é a missão de todos nós aqui: trabalharmos para combater a miséria e a fome nesse país. A Indústria Florestal consegue trazer essa dignidade”, finalizou Adriana. Lançamentos oficiais A primeira atividade do evento foi o lançamento do Plano de Desenvolvimento de Florestas Plantadas 2024 (PNDF), que traz a atualização da Política Agrícola de Florestas Plantadas para contribuir com o aumento da produtividade e a utilização do potencial produtivo de bens e serviços da economia de base florestal. As iniciativas vão auxiliar na diminuição da pressão sobre as florestas nativas, na melhoria da renda, na qualidade de vida do meio rural e na integração entre produtores rurais e agroindústrias, que utilizam madeira como matéria-prima. Num segundo momento, a secretária de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo, Renata Miranda, apresentou o Painel Floresta+. A ferramenta de acesso público contém dados atualizados, verificáveis e universais do setor de árvores cultivadas em todos os biomas do Brasil, mapeando a extensão, produção e economia florestal brasileira. Além de promover a transparência, o Painel Floresta+ vai fortalecer a colaboração entre os diversos atores envolvidos no setor por meio da Rede Floresta+, com projetos que permitam investimentos na silvicultura sustentável a partir da integração entre empreendedores, apoiadores institucionais, empresas e investidores, impulsionando seu crescimento de forma responsável e integrada. A secretária Renata Miranda destacou a importância das entregas, feitas hoje pelo Mapa. “O que trazemos aqui representa uma fatia muito significativa do crescimento econômico do país, que trabalha não somente para gerar riqueza, mas com a redução desigualdades, trazendo ao pequeno agricultor mais opções de renda e emprego.” Adriana Maugeri viu com muita satisfação as entregas para o setor florestal. “As perceptivas são as melhores possíveis, porque pela primeira vez, historicamente, nós teremos uma publicação e diversas ações do governo brasileiro que destacam a importância e a relevância do setor de florestas plantadas para o Brasil, valorizando uma cultura agrícola que possui alta escala e capacidade de produção e conservação ambiental”. Ao final, o ministro Fávaro lançou o edital para a Chamada Pública Para Projetos Florestais, que visa fomentar a inovação na produção de sementes e mudas florestais e incentivar práticas sustentáveis no setor, como os sistemas agroflorestais e a recuperação de áreas de pastagens degradadas, a partir de parcerias entre detentores de projetos florestais e investidores. Com informações da Assessoria de Comunicação do Mapa
Komatsu entrega trator montado por time 100% feminino

Iniciativa inédita das empresas no Brasil reitera compromisso em prover oportunidades e maior equidade de gêneros, incentivando outras mulheres a exercerem funções antes ocupadas só por homens, como é o caso da montagem de grandes equipamentos de mineração
AMIF participa de reunião com Comissão Europeia para destacar compliance da plataforma Selo Verde

O objetivo da reunião foi apresentar a Plataforma Selo Verde MG como ferramenta de demonstração de compliance de produtos agrícolas livres de desmatamento. Para comercialização com países da União Europeia, o bloco exige a comprovação de compliance ambiental por meio do Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR, na sigla em inglês). Produtos feitos com madeira estão listado no EUDR. A Presidente da AMIF, Adriana Maugeri, participou de uma reunião com autoridades do Governo de Minas Gerais, instituições parceiras e representantes da direção-geral de Parcerias Internacionais da Comissão Europeia e do Programa Al-Invest Verde. De acordo com Adriana Maugeri, a reunião representou um primeiro passo positivo para alinhamento entre o agro mineiro, as instituições governamentais e os membros da Comissão Europeia. “Os representantes da comunidade europeia ficaram muito impressionados com o Selo Verde. A intenção é que, realmente, a gente se aprofunde mais na plataforma para que ela seja uma ferramenta aceita pela União Europeia na declaração de compliance das culturas agrícolas mineiras”, destaca. Novas regrasAs novas regras para a importação do bloco foram apresentadas em 2019 e as empresas e países fornecedores têm prazo até dezembro de 2024 para se adequarem, antes do início da cobrança da documentação atestando que o produto não tem origem em áreas desmatadas. Organizada pelo Governo de Minas, por meio das secretarias de Estado de Agricultura, Casa Civil e Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), a agenda de trabalho foi construída para demonstrar aos parceiros europeus como o estado está preparado para atender às exigências do novo regulamento da União Europeia. Representantes do setor produtivo e secretarias de Agricultura de outros estados também participaram da reunião. O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, destacou a importância do “nada consta” para desmatamento, garantido pela plataforma. “Mostramos a sustentabilidade do agro de Minas e do país. A Plataforma Selo Verde MG está disponível no site do Instituto Estadual de Florestas (IEF), e o próprio produtor pode conferir as informações sobre a sua propriedade, por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR)”, apontou. Da esquerda para a direita: a Presidente da AMIF, Adriana Maugeri, o Secretário de Agricultura de MG, Thales Fernandes, a representante da Diretoria Geral de Parcerias Internacionais da Comissão da União Europeia, Ingrid Jenezova, e o Gerente Sênior de Programas da Al-Invest Verde, Andrea Monaco. Produção sustentável A plataforma Selo Verde MG é fruto dos esforços conjuntos da Secretaria de Agricultura, do IEF e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e contou com o apoio do programa Al-Invest Verde da União Europeia. “Nossa atuação é para o fortalecimento de políticas públicas na América Latina, que promovem produção sustentável, especialmente das cadeias produtivas comercializadas com a UE. O Brasil tem uma legislação muito avançada e avaliamos que uma plataforma como o Selo Verde pode prover toda a informação necessária para atender aos requisitos da UE”, afirmou o Gerente Sênior de Programas da Al-Invest Verde, Andrea Monaco. Resultados A ferramenta comprovou que 99% das propriedades mineiras de café são categorizadas como áreas livres de desmatamento desde 2008, a data-base estipulada pelo Código Florestal. O secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Aro, ressaltou a importância do café para o estado. “Quando abrimos o mercado brasileiro para o resto do mundo no século XIX, a Europa teve um papel fundamental ao exigir dos empresários brasileiros produtos livres de mão de obra escrava. E mais uma vez, Minas Gerais e países europeus vivem um momento histórico com a preocupação com o meio ambiente, com a diminuição do desmatamento de áreas produtivas. Estamos colocando na mesa uma sugestão com o Selo Verde, mostrando o compromisso e cuidado do estado com o meio ambiente”, destacou o secretário-chefe. O estudo também comprovou que 95% das fazendas de soja e 93% das propriedades com florestas plantadas, principalmente de eucalipto, estão livres de desmatamento, com respeito às matas nativas e colocando o estado como vitrine da sustentabilidade da sua produção para o mundo. Combate ao desmatamento O secretário adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Leonardo Rodrigues, ressaltou que, para além de todas as funcionalidades, o Selo Verde MG tem como principal função o combate ao desmatamento. “É uma plataforma que vem se expandindo, que demonstra a origem dos produtos e também nos permite um controle maior sobre o desmatamento, que é um problema que gera danos mundiais. As mudanças climáticas estão diretamente relacionadas a isso”, destacou. O diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas, Breno Lasmar, destacou a importância da Plataforma Selo Verde MG para atuação do Governo de Minas na gestão da biodiversidade. “Temos essa responsabilidade junto com a UFMG em fazer com que os dados sejam rastreáveis, confiáveis e com isso a gente garanta uma atuação clara de todo o Governo para demonstrar seriedade sobre o assunto. Por meio disso, podemos garantir para o setor produtivo e para todo o mercado que os dados possuem um lastro significativo de informações, que vão fazer com que a gente consiga demonstrar a seriedade e segurança desse trabalho”, pontuou. Visitas A comitiva conheceu os projetos de sustentabilidade em algumas propriedades cafeeiras no Sul de Minas. No município de Carmo da Cachoeira, a Fazenda Lagoinha, com 200 hectares de café, tem o selo do Certifica Minas, programa de certificação do Governo do Estado. Há cinco anos na cafeicultura, a produtora Tatiana Reis investe em várias tecnologias sustentáveis. “Temos 25% de corredores naturais para a locomoção de animais silvestres dentro da fazenda e energia limpa. A gente tem essa responsabilidade de cuidar de todo o sistema, não simplesmente cumprir leis”, afirmou. O produtor Maurício Araújo Ribeiro apresentou as tecnologias usadas na produção sustentável da Fazenda São Gabriel, no município de Santana da Vargem, que também tem a certificação do Governo de Minas. Ele destacou a importância do Plataforma Selo Verde MG. “É mais uma ferramenta pra ajudar a comprovar para todo o mundo o trabalho diferenciado e de produção sustentável que a gente desenvolve há um bom tempo. É preciso aumentar as parcerias para que todos possam estar dentro da
Estratégia eficaz otimiza manejo de formigas cortadeiras em plantios florestais

O controle das formigas cortadeiras