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Governo de Minas e Ministério Público de MG assinam acordo que permitirá a simplificação do licenciamento ambiental para silvicultura em Minas Gerais
(Belo Horizonte, 11 de julho de 2024) O Governo de Minas Gerais e o Ministério Público do estado (MPMG) assinaram, na tarde desta quinta-feira (11), um acordo inédito que vai possibilitar a simplificação do modelo de licenciamento ambiental para a atividade de silvicultura mineira, como ocorre em outros estados brasileiros. A partir da assinatura, o estado de Minas Gerais não está mais obrigado juridicamente a exigir os Estudos de Impacto Ambiental e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) para todos os novos empreendimentos de plantios florestais acima de mil hectares de área plantada. O acordo, homologado pelo Poder Judiciário de Minas Gerais, contou com as assinaturas do Governador Romeu Zema; do Presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Desembargador Luiz Carlos Corrêa Junior, do Advogado-Geral do estado, Sérgio Pessoa Castro; do Procurador-Geral do MPMG, Dr. Jarbas Soares Júnior; e de demais autoridades mineiras. Segundo Romeu Zema, a alteração dos procedimentos terá o potencial de atrair mais investimentos e empresas do setor, que é o maior do Brasil em área plantada. “Esse acordo representa muitos avanços, principalmente na área ambiental, já que Minas Gerais terá, a partir de agora, uma condição maior de atrair quem quer fazer florestas cultivadas e reflorestamento no estado. Além desse apelo ambiental, temos também o sequestro de gases estufa e a recuperação de áreas degradadas que passam a ser mais fáceis. Isso representa geração de emprego e mais renda para o mineiro”, enfatizou o governador de Minas. O desembargador Luiz Carlos de Azevedo Corrêa Júnior ressaltou que o acordo foi construído entre as partes visando o desenvolvimento da economia verde no estado. “Já havia uma anuência entre o MPMG e o Governo de Minas, mas havia ainda uma chancela do Poder Judiciário e, desde que tivemos ciência disto, passamos a analisar esse pleito. E chegamos a este momento de lealdade institucional”. Segundo o presidente do TJMG, “trata-se de uma ação importante para a economia do estado de Minas Gerais e, também, para os produtores de florestas, que preservam o meio ambiente, geram créditos de carbono e movimentam a economia local. E por isso estamos aqui homologando este acordo”, disse. O procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares, exaltou o processo de construção do acordo e parabenizou as partes pela ação. “A autorização para esse tipo de exploração estava desorganizada, desordenada, simplificada da forma errada, e precisou da intervenção do Ministério Público e do Poder Judiciário. Fico muito feliz por estarmos aqui selando este momento. Para nós, da Justiça, é um ato simples, mas para a sociedade é um ato muito importante o que assinamos hoje”, finalizou. Histórico A mudança ocorre no contexto de uma decisão judicial proferida em 2011 que determinou a necessidade de apresentação do EIA/RIMA para os empreendimentos de atividades agropecuárias acima de mil hectares em Minas Gerais, indistintamente. No entanto, após a recente publicação da Lei Federal nº 14.876 de 2024, a silvicultura foi retirada do rol de atividades com significativo potencial de degradação e poluição ambiental, o que permitiu aos estados mais autonomia e simplificação dos processos de licenciamento. Diante da atualização federal, fez-se necessária, então, a atualização em Minas Gerais, a começar pelo comando judicial com foco em permitir a modulação dos efeitos ao estado de Minas Gerais sem perder a necessária qualidade e a atenção estatal no processo de licenciamento ambiental. Impactos e benefícios Segundo o acordo assinado, o Governo de Minas Gerais está desimpedido judicialmente e retoma a sua autonomia de promoção da simplificação do licenciamento ambiental para os projetos que irão implantar florestas plantadas e ampliar as áreas de vegetação conservadas em todo o estado. Em Minas, mais de 811 municípios serão beneficiados diretamente com essa medida, uma vez que são os territórios onde há mais de 2,3 milhões de hectares de florestas plantadas e, ao mesmo tempo, mais de 1,3 milhão de hectares de vegetação nativa conservada pelo setor florestal. Segundo a presidente da AMIF, Adriana Maugeri, a perspectiva que se abre com esse acordo é de um novo ciclo de prosperidade para a agroindústria florestal mineira. “O estado de Minas Gerais tende a se consolidar cada vez mais como protagonista nacional na economia verde, liderando a produção sustentável de florestas plantadas e ampliando a restauração de vegetações nativas, ao mesmo passo em que amplia a distribuição de renda e a dignidade ao produtor rural em mais de 95% dos municípios mineiros”, destaca. Impulsos para a economia verde em MG Promover o desenvolvimento da agroindústria florestal em Minas representa uma forte ação direta no combate ao desmatamento ilegal nos biomas mineiros. Adriana Maugeri explica, ainda, que ao ampliar a oferta dos produtos oriundos de madeira e fibra vegetal, há uma clara redução na pressão por madeira ilegal obtida nas vegetações nativas preservadas. Outro destaque que recebe os plantios florestais é o papel crucial que as árvores cultivadas possuem na descarbonização da economia mineira, uma vez que capturam e armazenam grandes quantidades de dióxido de carbono, o que contribui para a mitigação os efeitos das mudanças climáticas em escala singular. De acordo com o Presidente do Conselho Deliberativo da AMIF, Edimar Cardoso, a agroindústria florestal seguramente vislumbrará um novo ciclo de atração de novos investimentos e ampliações dos negócios consolidados no estado. “Vamos seguir firme para ampliar a produção, fornecer mais bioprodutos à sociedade que demanda por sustentabilidade, incentivar o fortalecimento e a circulação de renda nos municípios, incrementar as conexões de vegetações conservadas e conservação da biodiversidade protegida pelos nossos cuidados”, enfatiza Edimar Cardoso que também é Diretor na Aperam BioEnergia.

Débitos de TCFA das atividades de silvicultura serão cancelados a partir do 2º trimestre de 2024
Brasília (03/07/2024) – Em razão da Lei nº 14.876, de 31 de maio de 2024, a qual alterou a Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, excluindo a silvicultura do rol de atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos ambientais, a Coordenação de Cobrança e Arrecadação (CCob) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informa que os débitos de Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA) a partir do segundo trimestre do ano corrente (2º/2024) cujo fato gerador seja o exercício exclusivo das atividades de Silvicultura, referente a florestas plantadas de espécies nativas (cód. 20 – 60) ou de Silvicultura, referente a florestas plantadas de espécies exóticas (cód. 20 – 61), serão cancelados. Caso o contribuinte já tenha agendado o pagamento do débito do segundo trimestre (2º/2024) para o dia original do vencimento, 05/07/2024, recomendamos que verifique se o débito encontra-se nesta lista e efetue o cancelamento do agendamento do pagamento. O número do débito está no cabeçalho do boleto no campo de INSTRUÇÕES. Os contribuintes que efetuaram os pagamentos antecipados do segundo, terceiro e quarto trimestres (2º ao 4º/2024) devem solicitar restituição dos valores pagos por meio de protocolo de requerimento de restituição, conforme orientação abaixo: Passo a passo para o REQUERIMENTO PARA RESTITUIÇÃO DE VALORES, via SEI!.

AMIF participa de evento da Academia Latino-Americana do Agronegócio em Belo Horizonte
A Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) marcou presença no evento promovido pela Academia Latino-Americana do Agronegócio (ALAGRO) em Belo Horizonte, no dia 17 de junho. Organizado com o apoio da Macro Investimentos e do escritório Lacerda Diniz & Sena, o encontro reuniu autoridades de diversos setores da economia brasileira, empresários, políticos e especialistas. O evento destacou-se pelas palestras sobre o impacto das ferrovias no desenvolvimento do agronegócio brasileiro, ressaltando como a transformação logística pode reduzir custos e aumentar a competitividade do Brasil no mercado global. Um dos pontos altos do evento foi a apresentação do projeto ferroviário EF-352, denominado “Ferrovia Ministro Alysson Paolinelli”, pela Macro Investimentos. O projeto, resultado de duas autorizações obtidas junto ao Governo Federal em 2021, prevê a interligação do porto central de Vitória até o Mato Grosso, visando à expansão da rede ferroviária nacional e ao eficiente escoamento das commodities brasileiras. O presidente da ALAGRO, Manoel Mário de Souza Barros, enfatizou que a iniciativa representa um marco inovador para o desenvolvimento do Brasil, especialmente no setor agropecuário. Ele destacou a importância do projeto para o contínuo crescimento do setor, facilitando o escoamento das commodities da região central para outras partes do país e mercados internacionais. A participação da AMIF no evento, por meio do advogado da Associação, Dr. Igor Braga, reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a inovação logística, elementos fundamentais para a competitividade do setor florestal mineiro e brasileiro. Dessa forma, a AMIF continua a se posicionar como uma entidade atuante e influente nos debates e iniciativas que visam o desenvolvimento econômico e sustentável de Minas Gerais e do Brasil.

AMIF e empresas associadas fazem doação de mel para evento do Minas Tênis Clube
A Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) marcou presença no evento em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente promovido pelo Minas Tênis Clube, no dia 5 de junho, em Belo Horizonte. No total, foram destinados 350 unidades de mel de eucalipto produzido por meio do incentivo de empresas florestais mineiras a projetos sociais com apicultores locais. Os méis foram doados ao Minas pela AMIF, Cenibra, TTG Brasil e Norflor. A apicultura, prática tradicional transmitida de geração em geração, é fundamental para a identidade cultural de muitas famílias e comunidades em Minas Gerais. O setor florestal mineiro reconhece o valor cultural, social e econômico da atividade e, por esse motivo, a AMIF fez questão de mostrar ao público do Clube as ações positivas que as empresas mineiras de base florestal realizam com apicultores regionais. Para a presidente da AMIF, Adriana Maugeri, as abelhas são verdadeiras “mascotes” do setor florestal. Ela defende a prática da apicultura, pois, além de conservar tradições ancestrais, traz inúmeros benefícios ao meio ambiente “A apicultura nos fornece mel e outros produtos, como própolis, cera e geleia real, que têm múltiplas utilidades, desde alimentos até remédios. As abelhas são fundamentais para a polinização, o que eleva a produtividade agrícola e ajuda a preservar a biodiversidade”, declarou a presidente da AMIF. Minas Tênis Clube no Pacto Global O evento Minas no Pacto Global promoveu o diálogo aberto e franco sobre como o Clube e seus stakeholders podem contribuir para o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) definidos pela iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU). O evento foi realizado no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas e foi composto por uma palestra e dois painéis. O encontro foi aberto pelo presidente do Minas, Carlos Henrique Martins Teixeira, que ressaltou a importância de, desde 2021, o Clube integrar o Pacto Global. “Sendo o primeiro clube do estado a aderir à iniciativa, buscamos não só trilhar este caminho como também ser uma referência para aqueles que desejam transformar a nossa sociedade de forma sustentável. O Clube propicia a toda família minastenista práticas de respeito e convivência harmoniosa, sendo uma instituição apolítica e laica, voltada para promoção da saúde e do bem-estar. Aproveito a ocasião para convidá-los a praticar a sustentabilidade, em seu sentido amplo”, comenta. Na programação, os participantes assistiram a uma palestra de Tatiana Araújo, consultora do Pacto Global no Brasil. A sustentabilidade também esteve presente no próprio evento: além de buscar soluções “limpas” para sua realização, as emissões de gases de efeito estufa advindas desta foram calculadas e serão compensadas com o plantio de mudas de árvores no cinturão verde do Minas Country, mata nativa mantida pelo Clube. Apicultura e meliponicultura A apicultura e a meliponicultura são atividades de criação de abelhas com o objetivo de produzir mel, própolis, geleia real ou cera de abelha. A principal diferença entre essas duas atividades está relacionada ao tipo de abelhas criadas. A apicultura se concentra na criação de abelhas do gênero Apis mellifera, conhecidas popularmente como abelhas europeias ou abelhas africanas. Essas abelhas foram introduzidas no Brasil pelos portugueses durante o período de colonização. Já a meliponicultura envolve a criação de abelhas sem ferrão, também chamadas de abelhas indígenas, abelhas nativas ou meliponíneos. Essas abelhas são naturais da América do Sul, e estima-se que existam cerca de 300 espécies no Brasil. As abelhas sem ferrão são importantes para a polinização de plantas nativas, e são também uma fonte de mel, própolis e outros produtos. A apicultura e a meliponicultura são atividades que contribuem para a economia e para o meio ambiente, sendo Minas Gerais um importante produtor de mel no Brasil. Com informações do Minas Tênis Clube e Agência Minas.

Mapa reforça compromisso com o setor florestal brasileiro na conservação do meio ambiente
Pasta dedica esforços para reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. Setor de árvores cultivadas se apresenta como atividade sustentável no equilíbrio entre produção e conservação ambiental

Câmara Setorial de Florestas Plantadas do MAPA realiza reunião e celebra conquistas do setor florestal brasileiro
A Câmara Setorial de Florestas Plantadas do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) realizou mais uma reunião ordinária na tarde do dia 5 de maio, quarta-feira, em Brasília (DF). A sessão foi presidida por Adriana Maugeri, que também é presidente da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF). A reunião contou com a presença das entidades que compõem a Câmara e abordou temas relevantes para o setor. Mobilização setorial em apoio às vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul Uma das pautas da reunião da Câmara foi a mobilização do setor de florestas plantadas brasileiro em apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Segundos dados divulgados pela Defesa Civil do estado, até o momento o total de pessoas que tiveram de deixar suas residências ultrapassa 615 mil, das quais 76,8 mil estão em abrigos e 538,5 mil em casas de amigos ou parentes. Além disso, 450 dos 497 municípios do estado foram afetados, de alguma forma, pelas enchentes. Ao todo, são mais de 2,1 milhões de pessoas atingidas. Em resposta a essa situação crítica, o setor florestal planejou a doação de madeira e produtos de base florestal para o Rio Grande do Sul. A iniciativa foi levada ao governo do estado pelo empresário gaúcho, Diogo Leuck, que ajudou a estruturar as frentes de doação, recepção e repasse dos materiais. Também, há necessidade urgente de reconstruir entre 80 e 100 mil residências, além de escolas, creches e hospitais. Nesse sentido, as articulações que estão sendo feitas pelo setor florestal nacional incluem a proposta de doações de casas e escolas prontas, feitas de madeira, com foco especial em atender comunidades indígenas e quilombolas. A presidente Adriana Maugeri relembrou que, infelizmente, a tragédia ainda não terminou e que o setor florestal deve continuar mobilizado para a reconstrução. Adriana destacou que o projeto de doações está avançando, mas há uma necessidade contínua de voluntários para prospectar empresas dispostas a contribuir financeiramente. Ela ressaltou a importância de mostrar que a madeira é fundamental para a reconstrução. “Que a gente consiga levar a mensagem que a indústria florestal está presente na reconstrução de vidas”, concluiu Adriana. Atualização legislativa A reunião também abordou a recente sanção presidencial do Projeto de Lei (PL) 1.366. A Lei 14.876/24, publicada no dia 31 de maio, retira a silvicultura do rol de atividades poluidoras. Adriana Maugeri enfatizou que ainda existem alguns pontos sobre a Lei que estão gerando muitas dúvidas e interpretações equivocadas. O Sócio Fundador da MoselloLima Advocacia, Leandro Mosello, foi convidado para esclarecer que a nova Lei não compromete a governança ambiental e está alinhada com o Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas. “Em nenhuma hipótese, cenário ou circunstância a alteração traz qualquer risco de perda de governança ambiental, nem altera em qualquer perspectiva o poder de polícia da Administração Pública, não revoga qualquer outra norma de comando e controle ambiental, nem permite qualquer tipo de degradação, ainda que potencial”, afirmou Mosello. Ele ressaltou ainda que o setor de florestas plantadas é referência em estudos, tecnologia, desenvolvimento e pesquisa, o que garante a manutenção da governança ambiental. “A alteração é sinérgica e correspondente ao Plano Nacional de Desenvolvimento de Florestas Plantadas do Governo Federal, MAPA e MMA”, acrescentou. O ministro Carlos Fávaro, em ocasião passada, já havia dado ênfase à importância do Plano Nacional: “Se trata de um Plano Nacional de Florestas Plantadas em áreas antropizadas, com um viés econômico, social e ambiental. Tudo isso com base na transversalidade para que possamos fazer juntos do Brasil um país com produções gigantescas, mas também com preservações gigantescas, como deve ser”. Dito isso, manter a silvicultura como uma atividade potencialmente poluidora contrariava os programas do próprio Governo de desenvolvimento sustentável e não refletia a realidade atual do setor florestal nacional. A Câmara Setorial de Florestas Plantadas celebrou a publicação da nova Lei. Incentivo a Pequenos e Médios Produtores Outra pauta da reunião foi a estratégia para incentivar pequenos e médios produtores de florestas a utilizarem financiamentos do Governo Federal para plantio, especialmente em consórcio com outras espécies. A meta é preparar o setor para o próximo Plano Safra, previsto para 2026. Revisão das restrições ao uso do princípio ativo Tiametoxam (THMX) A reunião da Câmara abordou a recente decisão do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que, em fevereiro deste ano, restringiu o uso do princípio ativo Tiametoxam que compõe inseticidas neonicotinoide utilizados em várias culturas agrícolas. As restrições impostas pelo Ibama geraram apreensão no setor agrícola, que alegou que o Tiametoxam é um importante insumo no controle de pragas e doenças em diversas culturas. A Câmara de Florestas Plantadas, junto a outras oito Câmaras, se manifestaram contra a restrição inicial. No último mês, O Tribunal Regional Federal (TRF) suspendeu, em caráter de urgência, as restrições de comercialização e uso do princípio ativo Tiametoxam. A reversão da decisão foi celebrada na reunião como uma demonstração da força e influência das Câmaras Setoriais. Ingresso da Associação CropLife Brasil (CLB) na Câmara Setorial A reunião marcou o ingresso da CropLife como membro efetivo da Câmara Setorial de Florestas Plantadas do MAPA. A nova adesão foi recebida com entusiasmo, fortalecendo a representatividade e a colaboração entre os membros do setor.
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A presidente da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF), Adriana Maugeri, participou na manhã de hoje (25) do Alagro Summit, evento realizado em Belo Horizonte pela Academia Latino-Americana do Agronegócio (Alagro). O objetivo do evento foi promover os conhecimentos que vêm do campo, bem como levar as boas práticas do agro e dos...

A presidente da Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF), Adriana Maugeri, foi nomeada pelo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Minas Gerais (OAB-MG), Dr. Gustavo Chalfun, para compor a Comissão de Agronegócio da entidade. A nomeação reforça a atuação de Adriana em prol do fortalecimento do setor florestal...

A presidente da AMIF e da Câmara Técnica de Florestas Plantadas do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Adriana Maugeri, esteve presente nesta quinta-feira (21), em Brasília, no evento promovido pelo MAPA e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), para celebrar...

A Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) realizou nesta terça-feira (18), o 1º Encontro Nacional das Associações Estaduais do setor florestal brasileiro, em Belo Horizonte (MG). O evento reuniu representantes de diferentes entidades para promover a troca de experiências e fortalecer a atuação do setor nos estados e em âmbito...
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